8 de fev. de 2013

Doces desvios

Nascemos, crescemos e antes de começarmos o nosso desenvolvimento pleno nos aspectos que envolvem nossas vidas, decidimos o que queremos ser. Ou pelo menos pensamos que decidimos. Tem gente que 'nasce' sabendo o que quer. Outros vão descobrindo conforme os passos que são dados. Mas muitos mesmo com uma ideia na cabeça, deixam que o tempo os leve a algum lugar. No meu caso foi assim.

Antes de ser repetitivo e para que você entenda aonde quero chegar, dá uma olhada aqui. Neste post deixo claro as minhas intenções profissionais no momento em que passei para o curso de biblioteconomia.

Posteriormente, tive a ideia de trabalhar com websites e coisas do tipo, então fui pedir um conselho a um amigo que atua na área. Conversa vai, conversa vem, ele me disse que poderia estudar por conta própria e sugeriu que pesquisasse sobre design de interfaces. Comprei alguns livros e iniciei meus estudos.

Em meio às minhas pesquisas, descobri ou acho que descobri o que realmente significa a palavra design. Design resume a ideia de processo, projeto ou a mistura dos dois. Também abrange conceitos de usabilidade, interação e experiência do usuário entre muitos outros. Um dos vídeos que me motivou a seguir essa ideia foi o do Alexandre Wollner que está no site designices. Existem muitos outros sites onde o conceito de design é comentado.

Todo esse meu interesse por design pode casar muito bem com a biblioteconomia. Muitas coisas das duas áreas estão - diretamente ou não - relacionadas. Como por exemplo: interação, desenvolvimento de interfaces, tipografia, psicologia, etc. O que invalida completamente o meu argumento de que todas as coisas que fazemos são excludentes, de que não existe interdisciplinaridade ou que o paralelismo não é possível. Bobagem minha! Um dos meus interesses, inclusive, é estudar para poder desenvolver um programa de gerenciamento de bibliotecas e de consulta em linha com uma interface que facilite a vida tanto do bibliotecário quanto a do usuário e que seja funcional com relação à recuperação de informação.

Mas tudo leva tempo e eu estou apenas no começo de uma jornada que não deve ter fim, pois a tecnologia não pára e nós devemos fazer o mesmo.

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